O Poder do V(o/e)to

Umas das maiores conquistas do ser humano, enquanto ser pensante e atuante, é poder de votar.

Começamos a exercer a cidadania deste muito cedo. Tomando como exemplo numa situação onde existem várias opiniões, para optarmos pelo melhor muitas vezes dizemos: "Quem quer a opção X levante o dedo", seguido sempre de "E quem não quiser a opção X levante o dedo". E vence sempre a opção que tiver maior número de apoiantes.

É assim no contexto, familiar, profissional, académico. Ora no que concerne ao voto, é um direito que concede ao homem e a mulher, adultos e em plenas capacidades o poder de eleger uma figura ou um partido que este acredita que defende melhor os interesses do país.

Embora o voto seja um direito de que hoje todos gozamos, interessa-me muito mais a componente de dever associada ao voto. Sim! Tenho o dever de votar. Devo dar a minha opinião ou o meu apoio para defender os interesses da nação. É a minha participação, contribuição para ser mais precisa, é a única contribuição que posso dar na escolha dos políticos que nos representam. É nas urnas que me manifesto. É onde eu luto e grito palavras de ordem. Onde eu exorcizo todas as minhas frustrações. Em última instância onde me torno absoluto e poderoso. Nas urnas, nós somos deuses.

Parece-me de facto um atentado a cidadania o ato de não votar. Mas igualmente gravoso é o ato de votar mas sem consciência. Ainda que nem sempre os partidos cumpram as metas as quais se propuseram antes de vencer as eleições. Ainda assim precisamos conhecer essas metas, esses programas.

Se não for para concordar com elas que seja para discordar e a única forma de fazê-lo é indo às urnas. Não votar é na mesma medida desastroso por inúmeros motivos. O primeiro é claramente negligenciar tudo que está acontecer a nossa volta.

Em segundo lugar, é silenciarmo-nos quando urge a necessidade de juntar as nossas vozes a outras que gritam o mesmo. Quanto maior o grito (votos no mesmo sentido) tanto maior será eficiência dessa (mudança).

Um outro motivo é simplesmente deixar que outros pensem e ajam por nós. As consequências do ato de não votar, ou votar sem consciência é vetar a oportunidade de mudança.

Importa pouco a cor partidária ou figuras politicas. Sem medos é necessário conhecer quais são os seus intentos, informar-se mais sobre os mesmos.

As repercussões dos resultados das eleições não duram 4 ou 5 anos, podem durar até décadas. Decisões que afetam-nos hoje e posteriormente afetarão os nossos descendentes.

Ainda assim vale a pena pegar numa esferográfica neste ato tão simples e silencioso, decidirmos o futuro de uma nação.

Por: Yemi Lolo

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