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Utopia do meu país

Por vezes somos como São Tomé, cremos apenas no que nos parece tangível, outras vezes somos como príncipes: certos e seguros de tudo. O meu país é o melhor do mundo. Fica sempre bem dizer isso. Mas é um facto.

Somos orgulhosamente pobres no meio de tantas riqueza. E o que é a riqueza? Não falo do PIB, não falo de Exportação subtraída por Importação. Falo de algo que todos buscamos e que foge-nos o tempo todo. Sim. Falo do tempo, da riqueza que é ter tempo, para atempadamente aproveitar o tempo.Somos orgulhosamente pobres no meio de tantas riqueza. E o que é a riqueza? Não falo do PIB, não falo de Exportação subtraída por Importação. Falo de algo que todos buscamos e que foge-nos o tempo todo. Sim. Falo do tempo, da riqueza que é ter tempo, para atempadamente aproveitar o tempo.

O tempo que vence a saudade, o tempo que combate a solidão. O nosso estilo de vida “leve leve”, obriga aos que cá chegam a desacelerar, a descomprimir. Atrevo-me a dizer que em São Tomé e Príncipe o tempo congela e não passa. É como que se por meros momentos fossemos eternos. É custoso que nós por cá, não nos apercebamos que é tempo de “faz sai” à certas manhas e maneirismos tipicamente nossos tais como: falta de cooperação entre nós, a inveja e o não fazer nem deixar que se faça.

Coisas boas e atitudes positivas não são contagiosas. Já é tempo de exaltar o que temos de melhor: a simplicidade, a criatividade e a alegria. O mundo precisa conhecer o que temos de bom. E nós?

Por: Yemi Lolo

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