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Ilha do Príncipe foi palco da formação às responsáveis das cantinas escolares

Entre os dias 24 e 25 do corrente mês, decorreu uma formação de capacitação sobre a higiene, protecção e segurança das crianças nas cantinas escolares. Esta formação enquadra-se num desenvolvido especialmente para o reforço do Programa de Alimentação e Saúde Escolar (PNASE) da região autónoma do Príncipe.

O projecto foi concebido para focar em principais áreas que são: a higiene, a protecção e a segurança das crianças, tendo em conta a capacitação das cantineiras para a tomada de decisões saudáveis no momento da escolha e consumo de alimentos, pois podem não ser suficientes. Em particular, se o ambiente que os rodeia dificultar essa escolha.

Formação é financiada pelo Projecto de Reabilitação das Infra-estruturas de Apoio à Segurança Alimentar (PRIASA II) realizado em estreita colaboração com o programa nacional para a saúde escolar PNASE.

“Cumprimos uma etapa importante de formação, sendo um dos elementos fundamentais para todos nós de modo que possamos inverter a nossa situação escolar. Esta formação que passou desde noções comportamentais de higiene pessoal, do melhor manuseamento do alimento até os aspectos alimentares sobre a nutrição, visa capacitar as cantineiras da região autónoma do Príncipe, para que possam estar mais capacitadas de modo que a possam estar em altura de dar uma melhor resposta as necessidades alimentares a este programa, que costumamos dizer, é o maior programa social deste país, porque nós cobrimos perto de um quarto da população do país o que requer da nossa parte uma grande responsabilidade. E as cantineiras são para nós uma peça fundamental do programa se não essencial. Por isso, nós cá estamos e damos por satisfeitos por nossos objectivos serem cumpridos na íntegra e houve uma boa assimilação também dos conteúdos por parte das formandas, e esperamos que elas possam colocar em prática tudo que aprenderam e que possamos ver resultados desta formação”. Disse Edson Moniz, o coordenador da PRIASA.

O projecto de Reabilitação das Infra-estruturas de Apoio à Segurança Alimentar (PRIASA II) está avaliado em cerca de 22 milhões de dólares desde 2016 e tem a duração de 5 anos, prevendo vários programas concernentes a alimentação, a agricultura: a reabilitação das pistas de escoamento dos produtos agrícolas, melhoria do sector de irrigação e das pescas, como também a aposta na transformação dos produtos agrícolas.

Entretanto, não é a primeira vez que é feita esta formação, sendo desta vez mais aprofundada.

Silvestre Umbelina, o Ponto Focal da PRIASA, que também esteve presente no encerramento da formação mostrou a sua satisfação com o trabalho realizado “porque basicamente todas as responsáveis da cantina estiveram presente nesta formação. E nós partimos do princípio que o problema alimentar das crianças vai melhorar.”

Na cerimónia encerramento, o governo regional através do seu secretário para a área dos assuntos sociais, António Tebús, demonstrou um sentimento de missão cumprida, especialmente pela participação em massa das encarregadas das cantinas.

“Nós estamos em crer que o que aprenderam foi suficiente. E isso representa um ponto de partida para formações futuras. Muitas vezes fazemos formação a nível da função pública e cinquenta por cento custa as pessoas a estarem presentes e com esta formação, verificamos que as nossas cantineiras estiveram todas presentes, vindas de todas as escolas do norte a sul da região autónoma do Príncipe. Portanto, em nome do governo e em meu nome próprio muito obrigado a todos pela colaboração e participação”.

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