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Região autónoma do Príncipe reforça o combate a malária

(Imagem: Reprodução Conexão Lusófona)

Na ilha do Príncipe iniciou-se um novo ciclo de distribuição de mosquiteiros, iniciativa que irá de norte a sul da ilha. Governo pede à população que colabore com as acções sanitárias para combater e prevenir a malária

Cruz Vermelha em parceria com o Programa Nacional de Luta Contra o Paludismo financiado pelo Fundo Global de São Tomé e Príncipe inaugurou na terça-feira (29) o lançamento da campanha Distribuição e Colocação do Mosquiteiro em todas as camas da região autónoma do Príncipe. Esta campanha deu o seu pontapé de sida na comunidade de Nova Estrela ao sul da ilha do Príncipe.

(Imagem: Reprodução Téla Digital Media Group)

Neste momento estamos na região autónoma do Príncipe para dar início a esta actividade que vai durar aproximadamente vinte dias e pedimos apoio a toda população para aderir a esta campanha tendo em conta que o paludismo ainda não terminou. Temos resultados de que há alguns dias atrás continua-se a ter alguns casos do paludismo, sobretudo nesta comunidade onde estamos” Alzira do Rosário, voluntária da Cruz Vermelha.

A região autónoma do Príncipe, melhor posicionado ao que toca ao combate ao paludismo, doença que no passado ceifou milhares de vida humana, sobre tudo na faixa etária dos 0 aos 5 anos de idade.

Região autónoma de Príncipe está a reforçar a luta contra a malária, também conhecida como o paludismo, o actividade que encontra-se na sua fase de iniciação estão em curso várias campanhas, uma delas é a Distribuições e Colocação de Mosquiteiros Impregnados em todas as camas do país.

A malária sempre foi considerado um dos estorvos ao desenvolvimento de São Tomé e Príncipe. E desde 2003 que São Tomé e Príncipe vem criando campanhas na luta contra o paludismo, aplicando nas paredes interiores das casas os insecticidas que aniquilam os mosquitos anófeles, principal portador da malária. Por isso que para as autoridades, a colaboração das pessoas desta campanha é crucial. Pois o morador de algumas comunidades vem-se confrontado todos os dias com o mal dos mosquitos.

O Delegado Regional da Saúde, Sílvio Vera Cruz, satisfeito com o arranque desta campanha proferiu que “para já o paludismo não é preocupante apesar que no principio do ano tivemos alguns casos da doença, mas felizmente as autoridades sanitárias tomaram as medidas necessárias e isso é mais só um passo daquilo que queremos, que é a erradicação do paludismo em São Tomé e Príncipe”.

O governo regional por sua vez reforçou o apelo de que todos os habitantes da ilha do Príncipe devem fazer o uso dos mosquiteiros impregnados. 

“o paludismo ainda não acabou na sua totalidade. Portanto, não queremos regressar aos velhos tempos. Daí que, o nosso apelo enquanto governo é que todos os cidadãos residentes na ilha que façam o uso do mosquiteiro e por isso que desde já, em nome do governo e de toda a população, queremos agradecer a equipa que ofertou os mosquiteiros” disse António Tebús.

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